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REVIRAVOLTA ENORME: de Aquisição Colossal da Magazine Luiza para fechamento de portas e Casas Bahia é comunicada

REVIRAVOLTA ENORME: de Aquisição Colossal da Magazine Luiza para fechamento de portas e Casas Bahia é comunicada. Foto: Reprodução
REVIRAVOLTA ENORME: de Aquisição Colossal da Magazine Luiza para fechamento de portas e Casas Bahia é comunicada. Foto: Reprodução

A Magazine Luiza, uma das principais varejistas do Brasil, tem feito movimentações impressionantes no mercado, consolidando sua posição como uma força a ser reckoned com.

Nos últimos anos, a empresa tem realizado uma série de aquisições estratégicas, visando não apenas expandir seus negócios, mas também enfraquecer seus principais concorrentes, como a Casas Bahia.

Com investimentos milionários, a Magazine Luiza está determinada a dominar o setor varejista brasileiro.

Magazine Luiza compra a KaBuM!

Uma das aquisições mais notáveis da Magazine Luiza foi a compra da KaBuM!, a maior plataforma de e-commerce de tecnologia e games do Brasil.

Em uma transação avaliada em aproximadamente R$ 3,5 bilhões, a Magalu, como é carinhosamente chamada, deu um passo importante para se consolidar como um dos principais players do comércio eletrônico formal no país.

Segundo o CEO da empresa, Frederico Trajano, essa aquisição permitiu que a Magazine Luiza se expandisse para novas categorias de produtos, reforçando sua atuação em um mercado em constante crescimento, o de produtos voltados para geeks e gamers.

Além da compra da KaBuM!, a Magazine Luiza também demonstrou interesse em outro setor em ascensão: o delivery de alimentos.

Em março de 2021, a empresa adquiriu duas empresas para fortalecer sua atuação nesse segmento. A primeira foi o aplicativo ToNoLucro, presente em mais de 40 cidades e com 5 mil restaurantes cadastrados.

A segunda aquisição foi a plataforma GrandChef, que atua em pequenos e médios restaurantes. Segundo a varejista, o setor de delivery é um de seus focos estratégicos, tendo em vista o aumento significativo da demanda por esse tipo de serviço, impulsionado pela pandemia de COVID-19.

Em 2019, a Magazine Luiza deu mais um passo importante em sua estratégia de crescimento ao adquirir a varejista de calçados online Netshoes.

A transação foi avaliada em cerca de 62 milhões de dólares, algo em torno de R$ 338 milhões. Alguns analistas do Banco Brasil Plural comentaram que essa aquisição poderia ser uma oportunidade para a Magalu começar a vender roupas e calçados, expandindo sua atuação e competindo diretamente com a Amazon.com no mercado brasileiro.

Entretanto, como em qualquer negócio, a Magazine Luiza enfrenta desafios constantes e precisa se adaptar às mudanças do mercado. Em 2023, a companhia anunciou o fechamento de dois centros de distribuição, uma decisão que impactou diretamente sua estrutura operacional.

Motivos do Fechamento dos Centros de Distribuição

De acordo com informações divulgadas pela empresa, o fechamento dos centros de distribuição da Magazine Luiza ocorreu devido a “ajustes na capacidade” da operação. Segundo o diretor financeiro e de relações com investidores, Roberto Bellissimo, os ajustes foram realizados nos meses de março e abril na região Sul, e junho e julho na região Nordeste.

Essa reestruturação faz parte de um esforço da varejista para otimizar seus investimentos e melhorar a eficiência de sua logística. A empresa afirmou que “renegociou contratos, otimizou os investimentos nas áreas de marketing e logística e promoveu ajustes na capacidade de sua operação”.

Impacto nos Funcionários e Consumidores

O fechamento dos centros de distribuição da Magazine Luiza teve um impacto direto em seus funcionários. Embora a empresa não tenha divulgado o número exato de demissões ou realocações, é evidente que essa reestruturação envolveu ajustes na força de trabalho.

Para os consumidores, o encerramento desses estabelecimentos pode ter gerado preocupações quanto à continuidade e agilidade dos serviços prestados pela varejista. A Magazine Luiza, no entanto, assegurou que as despesas com vendas e administrativas foram diluídas em relação às vendas totais, o que pode indicar uma tentativa de minimizar os impactos para os clientes.

Reestruturação e Otimização de Custos

Além do fechamento dos centros de distribuição, a Magazine Luiza também decidiu encerrar alguns de seus “cross docking”, que são locais de transição para produtos e distribuição rápida. Essa medida faz parte de um esforço mais amplo da empresa para reestruturar e otimizar seus custos operacionais.

Durante o período de abril a junho de 2023, a varejista registrou despesas de reestruturação e integração de negócios no valor de R$ 160 milhões. Essa reorganização interna visa tornar a operação da Magazine Luiza mais eficiente e sustentável a longo prazo.

Principais Varejistas do Brasil

Liderando o ranking de maiores varejistas do Brasil está o Carrefour, com uma receita anual de R$ 81,1 bilhões em 2021, de acordo com o portal Exame. Em seguida, aparecem Assaí, Magazine Luiza, Via e Lojas Americanas, também reconhecidas como as principais empresas do setor.

Essa posição de destaque da Magazine Luiza no mercado reforça a importância de sua reestruturação estratégica. A empresa busca manter sua competitividade e garantir a continuidade de seus serviços em um ambiente de constantes desafios e transformações no varejo.

Thaymã Rocha

Especialista em Redação, escreve textos para o Benefícios do Dia com temas de Benefícios Sociais, Direitos do Trabalhador e Economia.

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